Recentemente, nossa fundadora Mirene Hahne participou de um podcast onde abriu o coração sobre os desafios reais, sem filtros ou romantizações, da maternidade atípica. Para quem acompanha o EACHA, essa entrevista foi mais do que um relato; foi a personificação da nossa missão.
Mirene abordou temas fundamentais que muitas vezes são silenciados por culpa ou medo de julgamento. Ela validou o “sentimento de luto” que acompanha o diagnóstico e a exaustão extrema que leva cuidadores ao limite físico e emocional. Um dos pontos mais marcantes foi a discussão sobre o estresse crônico: a ciência comprova que o nível de cortisol de pais atípicos é comparável ao de soldados em combate.
Como líder do EACHA, Mirene destacou a importância de olhar para a “mãe invisível” — aquela que passa horas em salas de espera, muitas vezes sem se alimentar ou dormir direito. É por isso que o projeto oferece acupuntura, psicologia e momentos de autocuidado. Além disso, ela trouxe luz a temas importantes como:
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Inclusão Escolar: A diferença entre apenas matricular e realmente incluir através da convivência.
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Qualidade de Vida: O uso terapêutico do extrato de cannabis para garantir dignidade e aprendizado à criança.
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Comunidade: A transformação da dor individual em uma rede de apoio coletiva que supre as falhas do sistema público.
Mirene não se coloca como uma “super-heroína”, mas como uma mulher real que transformou suas cicatrizes em uma ponte para ajudar outras famílias.
Fonte: Vídeo: 13 de Dezembro de 2025 (YouTube – EACHA).