A semente do EACHA – Espaço de Apoio Charlotte Hahne – foi plantada em um lugar comum a muitas famílias atípicas: a recepção de uma clínica de terapia. Enquanto aguardava sua filha Charlotte terminar as sessões, a nossa fundadora passou a observar as outras mães ao seu redor. O cenário era quase sempre o mesmo: mulheres visivelmente tristes, cansadas e abatidas.

O que mais chamou a atenção foi a invisibilidade daquelas cuidadoras. Ninguém perguntava se elas estavam bem ou se sequer haviam conseguido fazer uma refeição completa naquele dia. Foi a partir desse olhar sensível que surgiu a pergunta que move o nosso projeto: “Quem cuida de quem cuida?”.

O EACHA nasceu para ser esse suporte. Um exemplo marcante do impacto desse acolhimento é o relato de uma mãe atendida pelo projeto, que afirmou que as duas horas mensais do nosso café são o único tempo que ela possui exclusivamente para si. O nosso objetivo é garantir que nenhuma mãe ou cuidador precise atravessar a jornada da maternidade atípica em total isolamento e exaustão.

Fonte: Vídeo: Como surgiu o projeto EACHA #maternidadeatípica (YouTube).